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Capítulo 3: Star Wars - Faces da Sombra

cadastrado: 2026-02-09 22:01:38
atualizado: 2026-02-11 21:41:29

No Planeta Tatooine, em uma caverna entre as rochas do deserto, quatro Jedis estão ajoelhados em volta da fogueira. São eles: Rhyos, mestre do clã Skywalker; Seraphel, mestre do clã Plo Koon; Zenshi, mestre do clã Qui-Gon Jinn; e Sharin, mestre do clã Shaak Ti. Mestre Sharin inicia o assunto:
- Novamente temos uma manobra para enfraquecer os Jedis, e por coincidência vem do Sábio Vaelin.

Mestre Seraphel completa:
- Exatamente, agora a ideia é diminuir os clãs, e aqueles que fecharem, os Jedis serão enviados para virarem membros dos exércitos, exercitos que não batalham. Ele também alega, que em tempos que os Siths não existem, também não é necessário Jadis...

Zenshi já sabendo da proposta do Sábio Vaelin o interrompe:
- Então, com o passar do tempo os Jedis não existiram mais?

Seraphel responde com expressão pesada:
- Exatamente.

Todos ficam em silêncio por alguns segundos, e o mestre Sharin fala:
- O antecessor de Vaelin também tomou várias medidas que nos enfraqueceram.

Ele faz uma pausa e completa:
- Vou convocar uma reunião com os cinco sábios e levantarei essa questão. Não podemos mais ficar calados, até mesmo as escrituras Jedis não podemos mais ler, sem ser aprovadas pelos sábios.

Novamente ficam em silêncio e Sharin pergunta:
- E você Mestre Rhyos, o que acha?

Mestre Rhyos pega alguns escrituras que estam ao seu lado (escrituras que esconder, pois são proibidas suas leituras, ao menos se os sábios permitam sua leitura) e olhando para as escrituras reflete:

- Conforme as escritas de Obi-Wan Kenobi, no passado, durante anos os Sith ficaram ocultos, até que um dia o golpe foi dado por Palpatine.

O mestre respira fundo e prossegue:
- Nós estamos sentido meus amigos, o lado das sombras está se movimentando, é difícil falar isso, mas se um dos sábios for um Sith, corremos o risco de presenciar um novo golpe, e isso explica por que os Jedi foram ceifados durante anos. Eu apoio você ir até os sábios, mestre Sharin, porém não podemos levantar suspeitas, pois se souberem que lemos essas escritas, que fazemos reuniões e que até mesmo passamos algumas sabedorias antigas para alguns alunos, nosso clã sofrerá represálias.

Mestre Sharin confirma com a cabeça e responde:
- O risco é necessário, mas tomarei cuidado.

Mestre Rhyos confirma com a cabeça e se lembra:
- Ah! O assunto sobre Liora...

Todos prestam atenção e Rhyos prossegue:
- Coloquei Cassian no rastro de Liora e do suposto Sith, se realmente for um Sith, isso poderia mudar a decisão dos Sábios. Só espero que Cassian tenha conseguido.

Enquanto isso no Planeta Tython...
Na torre dos Sábios, em seus aposentos, o Sábio Vaelin observa gravações de vídeo que acabou de receber do Tenente Kier. O Sábio vê Kairon segurar a nave do Sargento Rolph, sorrindo comenta para si:
- Inacreditável, depois de tanto tempo.

Imediatamente o Sábio pega o comunicador e fala:
- Ouça com atenção Kier, quero o indivíduo das gravações vivo.

Por alguns segundos o Sábio fica pensativo e completa:
- A Jedi também, por enquanto.

Kier responde pelo comunicador:
- Entendido senhor.

No Planeta Pinec...
A nave de Zurake pousa próximo ao vilarejo, onde ocorre todos os tipos de negociação, planeta muito parecido com Tatooine. Ao descer a rampa, Kairon desce cambaleando até chegar na areia, Liora o segui, ele se senta e respira fundo, a Jedi se aproxima e pergunta:
- Está bem?

Kairon arruma seu capuz e confirma com a cabeça positivamente, os demais começam a descarregar e organizar as mercadorias, Kairon se levanta ao ver Zurake se aproximar, o líder dos contrabandistas fala:
- Bem, conforme o combinado, os meus amigos estão em Pinec.

Kairon passa pelo líder e olha para o vilarejo, e responde:
- Você não é meu amigo.

Zurake faz careta pelas costas de Kairon, vira-se para Liora e diz:
- E para você...

O líder aponta para uma área do vilarejo e continua:
- Queridinha, siga por aquele caminho, na terceira rua a um tipo de ferro velho, procure por Manipo, provavelmente ele tem algum comunicador.

Zurake sorrindo olha para Kairon, que ainda está de costas e fala em tom alto:
- Seu amigo ali, compra para você.

E agora com tom baixo completa:

- Essas são as coordenadas de onde estaremos, no planeta Kashyyyk, caso precise de ajuda estaremos lá por um tempo.

Liora sorri e agradece:
- Obrigado senhor Zurake.

Mikaeli se aproxima e joga para Liora uma capa, a Jedi, a segura e a contrabandista explica:
- Você está sendo procurada, é melhor não ficar se exibindo por aí.

A Jedi vesti a capa, cobre a cabeça e agradece:
- Obrigado Mikaeli.

Kairon anda em direção do vilarejo e Liora o segue, ambos caminham até chegar nas ruas, seres de várias espécies andam por elas, ao andar Liora comenta:
- Kairon, não sei como dizer isso, mas não tenho créditos ou moedas.

Kairon sem parar, responde:
- Eu tenho.

A Jedi fica sem saber o que falar, porém não a tempo, pois chegam no ferro-velho de Manipo. Ao entrar são recebidos por dois seguranças da espécie Iktotchi, são dois seres altos, na cintura é possível ver pistolas de blaster, Liora e Kairon entram e olham em volta, o local é repleto de peças penduradas de diversos tipos, depois de alguns passos é possível ver Manipo, ele é da espécie lasat, um ser grande e gordo, que fica sentado atrás do balcão, ao ver os dois fala em voz alta:
- Sejam bem-vindos! Entrem, entrem, tenho qualquer coisa que precisar!

Eles se aproximam e Liora pergunta:
- Estamos procurando algum tipo de comunicador de longa distância. Você tem algum por aí?

Manipo coloca a mão no queixo pensativo, sai do seu banco, vai até o fundo do loca e volta, ele coloca o comunicador holoprojetor sobre a mesa e pergunta:
- É esse?

A Jedi olha o objeto sorrindo, e responde:
- Esse mesmo.

Liora faz o movimento para pegar, mas Manipo coloca a mão em cima do objeto, o puxa para si e dá o preço:
- 30.000 peggat

A Jedi fica com os olhos arregalados e repete:
- 30.000 peggat?

O comerciante responde:
- Pelo jeito, vocês precisam muito né?

Liora tenta explicar:
- Sim, eu sou uma...

Porém, Kairon toca seu ombro em silêncio, pedindo com o olhar que ela não conte nada a Manipo, ela entende e o comerciante repara no colocar de Liora e fala:
- Gostei desses colocares, quem sabe podemos fazer negócio.

Liora os segura, pois foi presente de seu pai e Manipo completa:
- Os preços estão uma loucura, a possibilidade de guerra entre planetas fez os preços dispararem.

Ao ouvir sobre a guerra, Liora sente que é seu dever tentar pôr fim ao conflito e segura os colares, pronta para entregá-los. Nesse instante, Kairon coloca algo sobre a bancada. Ao retirar a mão, Manipo e Liora se surpreendem ao perceber que se trata de um crédito imperial.
A moeda havia se tornado rara após a queda do Império e, por isso, era agora um valioso item de colecionador. O comerciante, visivelmente entusiasmado, comenta:
- Isso sim é negociação.

Liora pergunta:
- Então negócio feito?

Manipo fala de modo sorrateiro:
- Pelo jeito, vocês precisam muito disso.

O comerciante coloca a mão no queixo, logo em seguida aponta para o colocar e diz:
- Quero os colares e o crédito imperial.

A Jedi fica furiosa e fala irritada:
- Como assim? Isso é um absurdo!

Os dois seguranças se aproximam e o comerciante fala:
- É pegar ou largar.

Liora já está pronta para tirar os colocares quando Kairon faz uma proposta:
- Tenho uma proposta.

Manipo coloca as mão na orelha sorrindo, Kairon olha para ele sério e continua:
- É fácil, você aceita o crédito imperial...

Kairon abre um pouco seu manto, assim sendo possível ver o sabre na cintura, e continua:
- E eu não arranco sua cabeça fora.

Manipo fica sério e olha para seus seguranças, eles sacam os blasters e apontam para Liora e Kairon, novamente Manipo abre um sorriso e propõe:
- Que tão assim, vocês me dão os colares e o crédito imperial e eu não atiro em vocês?

A Jedi sente a tensão no ar, porém Kairon aparenta estar tranquilo e fala:
- Atirar em nós?

Kairon coloca o braço direito no balcão e continua:
- Como eles atiraram em nós se eles não conseguem puxar o gatilho?

O comerciante olha para seus seguranças e as mãos estão tremendo, pois não conseguem movê-las mesmo com esforço, em seguida ambos começam a subir os braços e apontam os blasters para a própria cabeça. Manipo fica assustado e fala gaguejando:
- Vocês são Jedis!

Kairon responde:
- Não sou Jedi!

Minutos depois Liora e Kairon já estão andando pelas ruas do Vilarejo, a Jedi fala sorrindo:
- Até que você negocia bem Kairon.

Kairon responde:
- Espero que funcione, se não alguém vai perder a cabeça.

A Jedi vê um beco e aponta:
- Podemos mandar a mensagem dali.

Kairon confirma com a cabeça, a Jedi anda até o beco e Kairon a segui, ao chegar no final da rua, Liora configura o objeto, o coloca em cima de uma caixas velhas que ali então e aciona o comunicador, ela se posiciona e começa chamar o destinatário, depois de alguns segundos a Tenente Varenne atende, a imagem de Liora é projetada para a Tenente, que fica surpresa e com espanto pergunta:
- Liora é você?

A Jedi houve a voz da Tenente, se emociona e responde:
- Sim sou eu Tenente Varenne. Eu não fiz nada, não fui eu que derrubei a nave onde estava a senado...

O sinal falha por alguns segundos, e Varenne responde:
- Eu sei Liora, eu confio em você. Agora preste atenção, vou pessoalmente te buscar, você tem que se esconder, pois existem muitos mercenários atrás de você.

Enquanto a tenente fala, Liora confirma com a cabeça, Kairon só observa, porém ambos não percebem que alguém os espiona, sai dali segurando um comunicador de voz. A conversa de Liora e Varenna continua, a Tenente pergunta:
- A onde você está, Liora? 

A Jedi responde:
- Estou no planeta Pinec...

Novamente a transmissão falha para a Tenente, ao voltar ela fala:
- Liora fique próxima do comunicador, vou marcar a localização, em duas horas logo estarei ai...

Mas desta vez a transmissão se encerra, e Liora comenta:
- Conexão caiu, não acredito.

Kairon pergunta:
- Ela disse para ficarmos aqui?

Liora responde tentando ligar o comunicador:
- Sim, ela disse para ficarmos aqui.

A Jedi desiste de consertar o dispositivo e Kairon arruma as caixas próximas a ele e senta, Liora acha uma boa ideia e faz o mesmo, por alguns minutos o silêncio prevalece, até que Liora pergunta:
- Kairon posso fazer uma pergunta?

Kairon responde seco:
- Não.

Liora sorrindo de forma irônica fala:
- Não importa, vou perguntar do mesmo jeito. Se você não Jedi e nem Sith, o que você é?

Kairon bufa e aparente não estar afim de responder, Liora do lado oposto da pequena ruela, cruza os braços encarando Kairon, ele desvia o olhar e abaixa a cabeça, Liora começa olhar em volta e respira fundo, porém ele fala:
- Sou apenas um seguidor da força.

Kairon novamente tem a atenção de Liora, que pergunta:
- Como assim, seguidor?

Ele continua:
- Já existiram alguns assim, que seguem escrituras e que respeitam a força, mas não respondem por mestres, ordens ou clãs. Alguns podem dizer, renegado.

A Jedi faz uma cara curiosa e comenta:
- Nunca ouvi falar nisso...

Kairon fica em silêncio e Liora olha para sua mão robótica, o restante do braço está coberto pela sua manta, a mão de Kairon é formada por três dedos robóticos,  a Jedi aproveita e pergunta também:
- O que aconteceu com seu braço Kairon? Você sofreu algum acidente? Por isso o medo de voar?

Porém o renegado se levanta , sai em direção a rua principal e comenta:
- Como você fala.

Liora fica surpresa, se levante e o segue falando:
- Ei, temos que ficar aqui, se não a tenente não vai nos encontrar!

Kairon responde:
- Já volto, vou andar.

A Jedi o segue no meio da multidão e pensa:
- O que ele tá fazendo, agora falta pouco...

Mas antes de terminar seu pensamento, sente alguém a segurando pelo pulso, e por impulso, puxa o braço se desvinculando e fala:
- Me solta!

Ao olhar percebe que é seu amigo Cassian do clã Skywalker, ambos foram treinados por Rhyos, mas Liora decidiu seguir carreira de piloto e Cassian ser um mestre Jedi no futuro. Ao ver seu amigo a Jedi fica surpresa:
-  Cassian? O que faz aqui?

O Jedi responde:
- Estou a par de tudo que houve e tenho certeza que você é inocente, nosso mestre tem a mesma opinião, por isso estou aqui...

Cassian faz uma pausa, Liora sorri feliz em ouvir as palavras, porém o Jedi olha adiante observando alguém e fala em voz alta:
- Estou aqui para salvá-la desse terrível Sith, que a controla mentalmente. Você está preso, seu monstro!

Aqueles que andam em volta, param, pois Cassian aciona seu sabre de cor branca, Kairon para e olha de ombro, o que chama a atenção do renegado é que ele não havia sentido a presença de Cassian por ali, isso demonstra que o Jade domina essa técnica. Kairon se vira e fica encarando Cassian, ambos estão a três metros de distância um do outro, mas Liora fica desesperada quando vê Cassian com o sabre acionado, ela entra na frente dele, pois sabe que Kairon é extremamente poderoso:
- Pare Cassian! Não faça isso, ele está me ajudando, se não fosse por ele...

Mas Cassian a interrompe e fala:
- Liora, ele está controlando sua mente, infelizmente você não tem consciência disso.

 Os seres que andam por ali, alguns param para observar e outros não ligam, pois brigas e desentendimentos são normais ali, porém, Kairon abaixa o capuz e do seu olho esquerdo a energia se intensifica, o renegado posiciona seu braço esquerdo atrás das costa, abre a mão e seu sabre flutua para a mão direita, Liora ao ver isso se vira para Kairon e grita:
- Não Kairon, por favor, não faça isso!
 
Porém o renegado não dá ouvidos e aciona seu sabre, quando o feixe de luz vermelho surge, uma confusão generalizada acontece, e todos que estão ali correm de forma desenfreada, gritos, poeira, trombadas e quedas acontecem. Em volta dos três tudo fica em silencia e Kairon pergunta:
- Onde aprendeu a ocultar sua presença?

Liora e Cassian o observam e ele responde:
- Não te interessa aberração, sua hora chegou!

A Jedi se posiciona na frente de Cassian, abre os braços e grita:
- Já chega Cassian!

O Jedi olha papalmeirasra Liora e fala:
- Me desculpe, Liora!

A Jedi fica confusa com a fala de Cassian, e logo ela entende, o Jadi faz um movimento com a mão esquerda que está livre, e lança Liora para uma ruela do lado direito, a Jedi cai entre madeiras e caixas.
Nesse meio-tempo, Cassian corre em direção de Kairon para atacá-lo, o renegado estende o sabre na diagonal direita para baixo, o Jedi observa que seu inimigo está com o lado esquerdo vulnerável e decide investir por ali.
No entanto, Kairon é extremamente rápido e bloqueia o ataque com um movimento, Cassian se surpreende, mas tenta golpeá-lo pela direita. O renegado defende novamente e, em um contra-ataque veloz, desfere um golpe que decepa a mão direita do Jedi. Cassian cai de joelhos segurando o pulso devido a dor, olha para sua mão e o sabre no chão, e não acredita no que acabou de acontecer. Porém, arregala os olhos quando percebe que Kairon se aproxima com o sabre na altura de seus olhos, mesmo com dor intensa pergunta:
- Como? Como fez isso... isso? Praticamente... defendeu e atacou ao mesmo... tempo...

O renegado apenas observa, no entanto, Kairon fica com a fisionomia espantada ao ver Liora surgir na rua sendo segurada, o indivíduo está atrás da Jedi a imobilizando, como trata-se de um ser grande, está com o braço esquerdo em seu pescoço, e o outro com a mão direita segura uma pistola de blaster na cabeça de Liora, Cassian percebe a fisionomia de Kairon e também olha para trás mesmo estando de joelho, e também fica espantado.
Kairon observando, se concentra para controlar a blaster, porém, por algum motivo aquele indivíduo é imune a sua investida, o ser misterioso é alto e avantajado e sua fisionomia é de uma leão, ele sorri e fala para Kairon:
- Então é você a aberração? Finalmente te conheci. Agora solte o sabre ou ela morre.

Liora fala para Kairon:
- Acaba com ele Kairon, não ligue para mim.

Cassian olha para o renegado sem saber o que falar, por alguns segundos Kairon reflete, porém, devido a toda a situação ele não percebe, mas está na mira de da mercenária Kallira e sem hesitar ela o acerta nas costas, o disparo é de uma arma de imobilização, o renegado cai de cara no chão. Ao ver isso Liora grita:
- Não!!!

Porém o indivíduo atras dela, também dispara com uma arma de imobilização a queima roupa, a Jedi perde a consciência pelo choque, mas Kairon ainda tenta se levantar mesmo após o disparo, e aquele que acertou Liora fala:
- Levantar depois de um disparo de uma arma de imobilização é algo impressionante.
O mercenário Krylos aponta a arma para Kairon, sorri e atira na cabeça de Kairon, com o impacto o renegado perde a consciência, Cassian vendo tudo isso, olha para Krylos, mas quando tenta falar alguma coisa, leva um tiro de Kallira. Depois de alguns segundos vários androides com olhos vermelhos surgem, uma nave surge dos céus e pousa, a rampa de embarque e desembarque desce e o sargento Rolph, ao descer olha para todos que estão caídos ali, porém Cassiam chama a atenção e fala para Krylos:
- Conheço esse, ele é pupilo do mestre Rhyos, e isso não é bom.

Krylos pergunta:
- O que fazemos com ele?

O sargento pensa por alguns segundos e responde:
- Vamos ter que levá-lo também.

Krylos balança a cabeça negativamente e o sargento dá a ordem:
- Levem todos!

Os três são recolhidos, e todos sobem a bordo da nave que parte para o espaço, as ruas aos poucos voltam ao normal, ao longe Zurake observa pensativo.

No Planeta Zirafon...

Em meio ao deserto, uma equipe de exploração trabalha escavando, a equipe pertence a uma empresa de fachada Sith, que explora regiões através de escavações em busca de artefatos antigos, o chefe dos trabalhadores está à espera do pouso da nave que surge do céu. A nave pousa e a escotilha se abre, dela surge Mondroniel, o chefe dos trabalhados a recepciona:
- Seja bem-vinda.

A mercenária se aproxima e ordena:
- Me leve até o local.

O responsável fica meio sem graça com a ordem imediata e responde:
- Claro, claro...

Ele a guia, descem as escadas que aparentam ser muito antigas, e são, pois foram encontrados a pouco tempo, depois de informações que Mondroniel conseguiu através de investigações. Eles acessam uma espécie de cavernas com vários agroglifos, alguns pesquisadores trabalham ali também, depois de alguns minutos eles chegam em uma espécie de altar com um desenho circular no centro, o pesquisador fala e aponta com o dedo:
- Ali está...

A Mercenária sobre um pequeno degrau e olha minuciosamente para o altar, passa a mão vagarosamente no círculo, para por alguns segundos, desce o degrau pega o comunicador e aciona o Tenente Kier que questiona:
- Então?

Mondroniel olha para o altar e responde:
- É o local, porém, o base não está aqui, alguém deve ter chegado antes...

Com a voz irritada Kier pergunta:
- Não acredito! Como alguém poderia ter achado esse local? Levamos anos para encontralo.

A Mercenária responde:
- Vou encontrar que o pegou senhor, logo logo estaremos com todos os artefatos.

Kier responde ainda com tom irritado:
- Ok. Pelo menos tenho boas notícias. Pegamos aquela coisa esquisita que destruiu os androides em Numec e ajudou a Jedi.

A Mercenária se surpreende, e pergunta:
- Mortos?

Kier fala:
- Não, recebemos ordens para não os eliminarmos ainda. Agora, volta para cá por favor.

A Mercenária responde:
- Sim senhor.

Mondroniel deixa o pesquisador falando sozinho, volta para sua nave rapidamente e voa rumo ao espaço.

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